“VER E OLHAR: EXISTE DIFERENÇA? Tomando como base o texto de Márcia Tiburi¹ Aprender a Pensar é descobrir o olhar ², comecemos uma discussão, uma expressão de opinião sobre a possível diferença entre Ver e Olhar. Será que existe essa diferença? Ao perguntar a alguém se existe alguma diferença entre Ver e Olhar, certamente ouviremos que não; que Ver e Olhar são sinônimos. E de fato são. Entretanto, mesmo sendo sinônimos, existe diferença entre a ação de Ver e a de Olhar. Vivemos na era da informação, onde tudo que acontece é noticiado com muita rapidez. A quantidade de informações que nos são passadas, e também a rapidez com que são passadas, acaba não sobrando tempo para assimilação e reflexão do que aconteceu/acontece. Ouvimos muito, mas pouco escutamos; vemos muito, mas pouco olhamos. Quando paramos para olhar algo, devemos nos despir de todo e qualquer preconceito, conceito ou pré-conceito; devemos está abertos ao que iremos presenciar, pois é através do olhar que percebem...
O TRABALHO SIGNIFICA MUITO PARA MIM: Sei que é fundamental que gostemos do nosso trabalho, pois o sentimento de se gostar do que faz torna tudo bem mais fácil e agradável. Eu, particularmente, posso lhes assegurar, meus tantos e caros amigos, que é pelo meu trabalho que se abrem portas e oportunidades para eu me desafiar, bem como para aprender coisas novas, conhecer outras pessoas, viajar pelo mundo do conhecimento e das aprendizagens, o que, consequentemente, me leva a contribuir positivamente para o crescimento dos que comigo se somam, na ação do trabalho educativo. Somente, assim, é que entendo que a melhor maneira de a gente poder aumentar a felicidade pessoal por meio do trabalho é quando nos permitimos sentir prazer naquilo que fazemos. Em meio a este século XXI, tão marcado pelo interesse por dinheiro, por tantas geringonças tecnológicas, pela falta de afeto e de mais relações humanas, ainda se cultivarem valores como espiritualidade, amizade, amor, respeito e boa convivência ...
UMA RUA GRANDE; PORÉM, TORTA, MORADIA FIXA DE MUITAS LEMBRANÇAS E DE MUITAS SAUDADES. Ninguém fica à toa, caso se permita andar, caminhar, passear ou até historiar pela Rua Coronel Alexanzito, uma das mais antigas e a popular Rua Grande, em Aracati, famosa pelo seu valor histórico-cultural, sede dos mais belos casarões históricos, arquitetura dos Séculos XVIII, XIX e XX, cantada como a rua torta “que nem uma linha, que a gente joga no chão”. O patrimônio histórico, enfileirado num casario em forma de sobrados, cujas paredes se cobrem dos belos e dos ricos azulejos portugueses, além da rara marca arquitetônica, guarda em seu interior a galhardia da “nobreza” que lá nasceu e viveu por algum tempo, no apogeu das charqueadas exportadas para a Europa e do ciclo dos ouros brancos, Sal e Algodão. A sensibilidade de quem se insere na história da grande Rua Grande, também é capaz de causar arrepios de saudades de outras riquezas, impregnadas nas fartas paredes, cúmplices de muitos acontecimento...
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